É um caso conhecido mas pode ser indicador de que outros estejam no mesmo desmazelo sem que os responsáveis sejam chamados à pedra. E, não nos admira nada que o “director-geral” acabe por ser distinguido pela forma brilhante com que procedeu à mudança dos serviços.
Mas para se perceber como as coisas se passaram atente-se no que nos diz o «Público»:
“Há nove meses que a reorganização da ex-Direcção-Geral de Viação (DGV) deixou ao abandono milhares de multas de trânsito nas antigas instalações regionais daquele organismo, agravando-se o risco de prescrição das contra-ordenações rodoviárias.”